domingo, 11 de março de 2012

Um conto

São sete horas da manhã, o celular toca despertando-a com uma música que adora, rola na cama para alcançar o barulhento e pensa: Ainda não é hora de acordar! Encontra o monstrinho no criado mudo, quando vai parar o alarme, percebe que é uma chamada. Não reconhece o número, está privado. Atende e ao ouvir a voz, para sem saber o que responder. ELE pergunta: Acordei você? Ela toda embaralhada responde um sim praticamente inaudível. Do outro lado da linha ELE ri e continua: Quero-a na minha casa exatamente as 21 horas, não se atrase e nem se adiante. Entendido? Ela respira fundo, seu coração acelerado e responde: Sim SR, as 21 horas. Quando percebe está falando sozinha. ELE já havia desligado. Então ela se levanta e começa a organizar seu dia, vai listando tudo o que precisa fazer: Cabeleiro, maquiagem (será mesmo?) limpeza de pele, comprar um vestido e sapatos. Estou esquecendo alguma coisa, o que é? Ainda com esses pensamentos em mente, vai pro chuveiro. Escova os dentes, com a sensação de quem alguém a observa. Ela sabe que não há ninguém ali, mas mesmo assim sente a presença DELE. Aí se lembra: o presente, onde eu deixei o presente? Vai até o quarto, escancara o guarda roupas, na última prateleira encontra um chicote envolto em uma sacola para presentes. Novamente seus lábios sorriem e a alma junto. Procura uma roupa qualquer, tem hora marcada com a depiladora e todo o resto. Quando vai saindo se lembra e volta correndo, ia deixando o celular em casa. Assim que o pega, recebe uma mensagem. ELE: Dando bolas a imaginação, quero que se prepare em casa, nada de salão ou coisas assim! Ela não acredita no que está lendo e pensa: E agora? Mas que droga! Então ela se senta no sofá e pensa em como resolver essa nova equação.  Vai até a porta, coloca o celular na bolsa, desce até o ponto de ônibus, ainda pensando em como satisfazer aquela ordem. Chega ao centro comercial, passa por várias lojas, até encontrar o vestido que quer. Compra um par de sandálias não muito altas, não resiste e compra também um conjunto de colar e brincos, nada demais, só um toque de charme. Andando por ali encontra uma loja de produtos de beleza e mata a charada. Entra escolhe tudo o que precisa. Creme depilatório para axilas e virilha, hidratante e  um perfume (ela não resiste a eles). Ainda de quebra encontra um óleo de massagem, que se ELE permitir poderá ter um bom uso. Volta pra casa, começam os preparativos, experimenta o vestido e a lingerie. Deixa tudo no cabide para não amassar. Tudo certo. Vai para a sala, liga o som com músicas que adora, se senta no chão e começa a pintar as unhas dos pés, um rosa pálido. ELE prima pelo bom gosto, então ela procura sempre estar à altura. Enquanto faz a manicure vai se lembrando de como tudo isso começou. Sorri. Os primeiros contatos na virtualidade, as conversas regadas a tesão que os envolvia. Foram meses assim. E na verdade ela se sentia bem assim. Foram se conhecendo aos poucos sem correr, com naturalidade. Quando percebeu que queria algo mais. Em uma das conversas virtuais, sempre pautadas na honestidade e sinceridade, veio o questionamento: Estaria pronta para o próximo passo? Sem pestanejar respondeu: Com o SENHOR sim estou. ELE: Tem certeza? Não haverá volta. Ela simplesmente respondeu-LHE com mais um sim. Trocaram telefones. Uma nova etapa realmente começava. ELE ligou dois ou três dias depois e ela numa ansiedade sem tamanho mas, com medo de ultrapassar os limites DELE não telefonou, bem que queria mas se conteve. A conversa, agora ela ri sozinha, pois havia sido muito tranquila diferente de tudo que imaginara, certo que suas mãos transpiravam e o celular quase caiu. ELE lhe pergunta algo do tipo: Como vais? Ela diz: Estou bem. ELE: Nervosa? Ela: Muito. ELE: Não precisa, vamos conversar muito até você estar pronta pra mim. Ela concorda. E assim foram várias e várias vezes, o melhor era quando o celular tocava de madrugada e eles ficavam trocando confidências e falando sobre as fantasias,  sem freios ou pudores. Ela realmente estava conquistada e pronta para o que viria a seguir. Então o grande dia chegara. Agora já estava cuidando das unhas das mãos. E pensava: Preciso parar de pensar NELE pelo menos por uns instantes, tenho de me concentrar. Mas nada O afastava do pensamento dela. Outra etapa, a depilação, até que foi fácil. Mais um banho. Hidratante pelo corpo inteiro, um robe, o secador só para ajeitar os cabelos. Ela se veste com cuidado. Veste o body em renda branco, depois as meias 7/8 que ficam presas pela cinta-liga. Se olha no espelho, virando o corpo e pensa: Está bom. Coloca o vestido que vai até os tornozelos, com um decote suave na frente e um pouco mais ousado nas costas, ela escolheu a furta-cor, que é realçada pela luz do ambiente. Coloca os brincos e o calor, passa o perfume nas orelhas, pulsos, entre os seios e nas dobras nos joelhos. Passa um batom leve nos lábios, sombra e lápis de olho. Está pronta. Liga chamando o táxi. Uns 20 minutos depois ouve a buzina, tranca a casa e se vai. O coração está quase saindo pela boca tamanha a ansiedade. Passa o endereço ao taxista e tenta relaxar. Olha para o relógio, falta meia hora para o encontro, para a sessão. Ao pensar nisso quase manda o taxista voltar, mas resiste, pois sabe que está indo encontrar seu destino e quer isso com toda a sua intensidade. O carro pára e ela desce, paga e se vê diante da casa DELE. De novo olha para o relógio, faltam um minuto para as 21 horas. Ela espera, se encaminha para a porta e toca a campainha. A porta se abre. ELE sorri e ela retribui. ELE a puxa para dentro, a beija e diz: Até que enfim você está à minha mercê. Ela o olha com admiração e respeito. ELE: Gostei do vestido, agora venha até aqui. Ela caminha para onde ELE está. ELE a agarra com força e a encosta na parede pressionando o corpo DELE ao dela como se quisesse que não existissem mais barreiras. ELE a conduz até a sala, toda arrumada para a ocasião. Se senta e ordena: Tire a roupa, devagar e se ajoelhe. Ela o obedece. Baixa os olhos e ELE diz: Olhe para mim, não tire os olhos do seu Dono. Ela assim faz. Nua se ajoelha. ELE se levanta, fica nas costas dela, se curva e passa os dedos pela espinha sentindo que os arrepios que percorrem o corpo que é DELE. ELE: Feche os olhos. Coloca uma venda nos olhos dela, algema suas mãos para trás e a faz ficar em pé. A leva até uma parede. E passa a inspecionar seu corpo com dedos ágeis e firmes. Ela suspira. ELE se afasta e volta com uma ball gag, a manda abrir a boca é obedecido, coloca ali o brinquedinho. Ela não para de babar. ELE se delicia. A leva até o sofá, belisca seus mamilos e sente o corpo dela se encolher, pega então os clamps e prende os seios dela com eles. Ela geme de dor, ELE a empurra para que fica meio deitada no sofá, pega mais alguns clamps e afasta as pernas dela, vai colocando um por um na virilha dela e nos grandes lábios. ELE sente que ela se contorce, vê as lágrimas escorrendo, a beija e sorri. A coloca em pé de novo, passeando os dedos pelo traseiro dela. Novamente a faz ajoelhar e tira a ball gag, sem uma palavra encosta o membro na boca dela, ela o suga, com vontade, ELE se inclina e tira os clamps da virilha e começa a brincar por ali. Fazendo com que ela supera a dor que sente nos seios, já que o prazer é maior. Ele tira o membro da boca dela e a levanta. Retira a venda e as algemas e diz: Venha me despir. Ela se aproxima, devagar começa a desabotoar-LHE a camisa, a tira do corpo, se ajoelha desafivela o cinto, abre o zíper que havia sido fechado a pouco tempo, puxa delicadamente as calças pra baixo. ELE se senta, ela tira as calças, a cueca, os sapatos e as meias. ELE lhe aponta um pote e diz: Pegue o pote e vamos para o quarto. Ela O segue. ELE entra no quarto preparado para a noite. Velas, incenso, música, tudo perfeito. ELE se deita na cama e diz: Massageie meu corpo. E fica de bruços. Ela se aproxima, abre o pote e derrama nas mãos o óleo. Começa pelos pés, subindo devagar, se demora nas coxas, vai até as costas, ELE parece dormir, ela continua até os ombros, quando ELE se vira, passa o óleo no peito, nos braços, desce para as pernas. Quando ELE novamente fala: Quero sua boca em mim. Ela ajoelhada na beirada da cama tenta se apossar do membro DELE, então ELE a coloca entre suas pernas e novamente fecha os olhos. Eles ficam assim por muito tempo. De repente ELE a manda parar no que é atendido prontamente. Ela recebe um tapa no rosto sem esperar. ELE se levanta e a manda fazer o mesmo, ficando de costas, de repente sente o chicote nas costas e na bunda, ela treme de dor e prazer, um misto de sensações. ELE para, acaricia o corpo dela e a algema novamente, a coloca na cama esticando os braços dela até a cabeceira. ELE a beija com tesão e força. Fica entre as pernas dela e a penetra rápido e voraz. Novamente ELE para, ela quase gozando. ELE sorri. Solta os braços dela, e amarra as pernas, a coloca de lado na cama, estimula o clitóris enquanto ela o suga tentando respirar e ELE socando mais fundo em sua garganta até quase fazê-la vomitar. Se retira da boca dela e se posiciona por trás a invadindo sem nenhuma cerimônia num ímpeto de selvagem que a leva aos céus e aos infernos tudo instantaneamente. ELE a possui, a agarra, a abusa e ela se deixa levar num frenesi sem tamanho. De repente ela sente um tapa. ao invés de se encolher se oferece mais ainda a ELE. E assim eles passam a noite. Nessa insanidade que compartilham de tal maneira que pra eles é tudo natural. Adormecem, com ELE pressionando o seio dela. Ao acordarem, ELE diz: Tenho uma surpresa para ti. Sai da cama e volta com um embrulho quadrado e o entrega. Ela com aquilo na mão fica sem saber o que fazer. ELE comanda: Abra! Tendo desfeito o embrulho e aberto a caixa se surpreende com um colar com as iniciais DELE. ELE diz sério: Você usará porque a partir de agora és minha!!! ELE coloca o colar em seu pescoço e a beija. Agora começa um novo capítulo....

2 comentários:

DOBERMANN DOM disse...

louco pra saber o resto hein

Anônimo disse...

Cadê a continuação?